domingo, 23 de novembro de 2008

Se arrependimento matasse.


Tá, eu não ia morrer, porque acho que nunca fiz nada a tal ponto, mas mesmo assim existe cada situação no dia-a-dia que se pudéssemos fazer de novo, eu etária melhor.


Não se pode ter medo de falar bobagens, dançar, rir, fazer o que tiver vontade. Mas sempre devemos ter um bom senso. E acho que isso nem sempre se manifesta. Eu, na verdade, sempre me controlo, pois se não acabo fazendo papel de a criança. E tenho me saído bem, mas nem sempre.

Então vou parar de me preocupar com isso agora e prestar mais atenção. Isso sim vai me fazer bem.

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

Sentimentos Estranhos


Na verdade eu tinha escrito um texto enorme sobre como me sentia por não ter um namorado no momento e como o amor de Bella e Edward (“Crepúsculo” – Stephanie Meyer) me inspira e invejo de tanta vontade de saber se existe igual para mim ou não. O jeito frio, amável, misterioso de Edward, me fez delirar quando estava lendo. Depois de experiências, decidi que um homem do tipo ‘playboy’ ou ‘machão’ não faz meu tipo. Gosto dos que são misteriosos, que sabem deixar nós, mulheres, sem os pés no chão. Seu modo de nos abraçar e beijar faz com que percamos o chão. Então quando caio na realidade, vejo que nada disso aconteceu ou está acontecendo, e me sinto muito mal. Ás vezes penso que não há ninguém para mim, ou que há, mas sou muito impaciente para esperar. É algo complicado de explicar e sentir. Não sei direito o que sinto, é tudo muito confuso, mas acho que é o momento e que eu vou melhorar. Nessa idade é normal tudo ser muito exagerado e muito bom, e tudo em excesso faz mal. Mas sou madura o suficiente para entender isso. Meu jeito meio amargo de ver as coisas, ás vezes florescem tão coloridos.
Aiii, me sinto tão melhor agora.


Ahh, quanto a história, tenham paciência. Já está em andamento.